DIGA NÃO A DILMA. BRASIL, VEJA O QUE GUERRILHEIROS NO PODER FAZEM COM SUAS GENTES.OLHEM A VENEZUEL

DIGA NÃO A DILMA. BRASIL, VEJA O QUE GUERRILHEIROS NO PODER FAZEM COM SUAS GENTES.OLHEM A VENEZUEL
ocobrador

UNE PETRÁLHA! Um descaro vergonhoso em nome do estudante brasileiro!

Petrobras patrocina manifestação contra a CPI

Por 100 mil reais, bancados pela Petrobras, o que sobrou da União Nacional dos Estudantes (UNE), começa a organizar hoje, em Brasília, uma série de eventos a favor da empresa e contra a CPI instalada no Senado.

Criada em 1937, a UNE foi parte da história brasileira quando se tratava de resistência às ditaduras, de enfrentamento a qualquer resquício autoritário e contra a liberdade. Cooptada, foi-se um antigo símbolo de independência, organização e luta.

O pretexto oficial para a reunião em Brasília é o 51º Congresso, conforme mostra hoje o jornal Folha de São Paulo. A Folha mostra também, como são cooperativas as relações do atual governo com a entidade, que só este ano já amealhou 2,5 milhões de reais em patrocínio chapa-branca, um crescimento de 54% em relação a 2008. A reciprocidade assegura a participação de Lula nos palanques da UNE.

Para assinantes - Folha on line

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HONDURAS. Foi golpe sim, para conter os ataques chavistas em conluio com Zelaya.

MrAlbertofrancesch


Thursday, November 05, 2009

Primeiro manifesto internacional contra o comunismo

Tradução e comentários: G. Salgueiro

A Declaração de Praga condena o comunismo por crimes contra a humanidade

O nacional-socialismo alemão converteu-se na cara exclusiva do Mal no mundo. As embaixadas da Alemanha e de Israel, assim como o imprensa, protestaram porque um museu de cera na Tailândia usou como anúncio uma reprodução de Adolf Hitler. Ninguém, entretanto, teria protestado se a imagem em questão fosse de Joseph Stalin. Inclusive é habitual cruzar-se com gente que leva orgulhosa em sua camiseta a cara de um certo terrorista denominado Che Guevara. A Declaração de Praga quer acabar com essa impunidade do comunismo.

Onde há governo ou onde tratou de fazê-lo, o comunismo cometeu genocídios e matanças sem conta, como a morte por fome de ao menos sete milhões de ucranianos ou a matança de Paracuellos del Jarama. A soma de mortos pelos criadores do Homem Novo supera os cem milhões de seres humanos. Todos conhecemos os campos de concentração do III Reich alemão mas, ao contrário, os lugares do horror comunista na URSS ou na China são quase desconhecidos.

Pouco a pouco se vai quebrando essa impunidade intelectual. Em abril passado, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução na qual se propunha a adoção do dia 23 de agosto como o dia do pacto entre Hitler e Stalin, pelo qual ambos os ditadores repartiam o Leste Europeu, como o Dia da Lembrança das Vítimas dos Totalitarismos.

Em Praga, cidade que sofreu os totalitarismos nazista e comunista, surgiu o projeto da Declaração de Praga. Nela se exorta autoridades e cidadãos europeus a criar o Instituto da Memória e Consciência da Europa que informe e investigue o comunismo e o nazismo, e um museu pan-europeu das vítimas de todos os regimes totalitários. Como afirmam seus criadores, não haverá uma Europa unida se não for capaz de antes unificar sua história e reconhecer o comunismo e o nazismo como movimentos responsáveis por genocídios.

Convidamos nossos leitores a ler a Declaração de Praga e a assiná-la. Aqui há a parte essencial de seu conteúdo:

DECLARAÇÃO DE PRAGA

Tendo em conta o futuro digno e democrata de nossa comum pátria européia,

- Considerando que as sociedades que esquecem seu passado carecem de futuro;

- Considerando que a Europa não se unirá a menos que seja capaz de unificar sua história, de reconhecer o comunismo e o nacional-socialismo como um legado comum e de conseguir um debate sincero e profundo sobre todos os crimes totalitários do século passado;

- Considerando que a ideologia comunista é diretamente responsável por crimes contra a humanidade;

- Considerando que a má consciência que se deriva do passado comunista é uma pesada carga para o futuro da Europa e para nossos filhos;

- Considerando que diferentes valorações do passado comunista ainda podem dividir a Europa em Ocidente e Oriente;

- Considerando que a unidade européia foi uma resposta direta às guerras e à violência causada pelos sistemas totalitários no continente;

- Considerando que a consciência dos crimes de lesa-humanidade cometidos pelos regimes comunistas em todo o continente deve informar a todas as mentes européias, na mesma medida que os crimes do regime nacional-socialista;

- Considerando que existem similitudes entre o nacional-socialismo e o comunismo no que se refere a seus caráter horrível e espantoso, e a seus crimes contra a humanidade;

- Considerando que os crimes do comunismo ainda necessitam ser avaliados e julgados desde os pontos de vista jurídico, moral e político, assim como do ponto de vista histórico;

- Considerando que tais crimes foram justificados em nome da teoria da luta de classes e do princípio da ditadura do proletariado, que utilizam o terror como método para preservar o poder dos Governos que o aplicaram;

- Considerando que a ideologia comunista foi utilizada como uma ferramenta em mãos de imperialistas na Europa e na Ásia para alcançar seus planos expansionistas;

- Considerando que muitos dos autores que cometem e cometeram crimes em nome do comunismo ainda não foram levados ante a justiça, e suas vítimas ainda não foram indenizadas nem satisfeitas;

- Considerando que o objetivo de proporcionar informação completa sobre o passado totalitário comunista, que conduza a uma compreensão mais profunda e ao debate é uma condição necessária para a futura integração de todas as nações européias;

- Considerando que a reconciliação definitiva de todos os povos europeus não é possível sem um esforço potente para estabelecer a verdade e para restaurar a memória;

- Considerando que o passado comunista da Europa deve ser tratado a fundo, tanto na academia como ao público em geral, e as gerações futuras devem ter fácil acesso à informação sobre o comunismo;

- Considerando que em diferentes partes do mundo só uns poucos regimes totalitários comunistas sobrevivem, porém que, todavia, oprimem aproximadamente a um quinto da população mundial, e ainda se aferram ao poder cometendo delitos e impondo um alto custo para o bem-estar de seus povos;

- Considerando que em muitos países, apesar de que os partidos comunistas já não estão no poder, não se distanciaram publicamente dos crimes dos regimes comunistas nem os condenaram;

- Considerando que Praga é um dos lugares que sofreu tanto com o nazismo quanto com o comunismo,

Estando convencidos de que os milhões de vítimas do comunismo e suas famílias têm direito a desfrutar da justiça, da solidariedade, da compreensão e do reconhecimento de seus sofrimentos da mesma forma que as vítimas do nazismo foram moral e politicamente reconhecidos,

Nós, os participantes da Conferência de Praga Consciência européia e o comunismo,

- Ante a Resolução do Parlamento Europeu sobre o sexagésimo aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial na Europa, em 8 de maio de 1945, de 12 de maio de 2005,

- Ante a Resolução 1.481 da Assembléia Parlamentar do Conselho da Europa, de 26 de janeiro de 2006,

- Ante as resoluções sobre os crimes comunistas adotadas por vários Parlamentos nacionais,

- Ante a experiência da Comissão pela Verdade e a Reconciliação na África do Sul,

- Ante a experiência dos Institutos da Memória e os Memoriais na Polônia, Alemanha, Eslováquia, República Checa, Estados Unidos, o Instituto para a Investigação de Crimes Comunistas na Romênia, os museus da ocupação da Lituânia, Letônia e Estônia, assim como a Casa do Terror na Hungria,

- Ante as presidências atuais e futuras na UE e no Conselho da Europa.

- Ante o fato de que 2009 é o vigésimo aniversário da queda do comunismo na Europa Central e Oriental, assim como dos assassinatos em massa na Romênia e no massacre da Praça de Tianamen em Pekin,

Pedimos:

1. Chegar a um entendimento entre todos os europeus de que os regimes totalitários nazista e comunista devem ser julgados por seus próprios méritos terríveis, por ser destrutivo em suas políticas de maneira sistemática na aplicação das formas extremas de terror, da supressão de todos os direitos civis e das liberdades humanas, começando pelas guerras de agressão e, como uma parte inseparável de suas ideologias, o extermínio e a deportação de nações inteiras e grupos de população, e que como tais devem ser considerados os principais desastres que frustraram o século 20,

2. O reconhecimento de que muitos crimes cometidos em nome do comunismo devem ser qualificados como crimes de lesa-humanidade, de modo que constituam uma advertência para as gerações futuras da mesma maneira que os crimes nazistas foram julgados pelo Tribunal de Nüremberg,

3. A formulação de um enfoque comum a respeito dos crimes dos regimes totalitários, incluídos os regimes comunistas, e uma versão européia dos crimes comunistas, a fim de definir claramente uma atitude comum frente aos crimes dos regimes comunistas,

4. A introdução de uma legislação que permita aos tribunais de justiça julgar e condenar os culpados pelos crimes comunistas e compensar as vítimas do comunismo,

5. A garantia do princípio de igualdade de tratamento e não-discriminação entre as vítimas de todos os regimes totalitários,

6. A pressão européia e internacional para a condenação efetiva dos crimes do passado comunista e da luta eficaz contra os crimes comunistas em curso,

7. O reconhecimento do comunismo como parte integrante e horrível da história comum da Europa,

8. A aceitação por toda a Europa da responsabilidade pelos crimes cometidos pelo comunismo,

9. O estabelecimento de 23 de agosto, dia da assinatura do pacto Hitler-Stalin, conhecido como o Pacto Molotov-Ribbentrop, como um dia de lembrança das vítimas dos regimes totalitários nazista e comunista, do mesmo modo que a Europa recorda as vítimas do Holocausto em 27 de janeiro,

10. A reclamação aos Parlamentos nacionais para que reconheçam os crimes comunistas como crimes contra a humanidade, e modifiquem a legislação pertinente,

11. O debate público sobre o mal uso comercial e político dos símbolos comunistas,

12. A continuação das audiências da Comissão Européia com respeito às vítimas dos regimes totalitários, com vistas à elaboração de uma comunicação da Comissão,

13. O estabelecimento de comitês compostos por experts independentes nos Estados europeus que foram governados por regimes comunistas totalitários, com a tarefa de recolher informação sobre violações dos direitos humanos sob cada regime comunista totalitário em nível nacional, com o fim de colaborar estreitamente com o Conselho de Comitê de experts da Europa,

14. A elaboração de um claro marco jurídico internacional em relação a um acesso livre e irrestrito aos arquivos que contêm informação sobre os crimes do comunismo,

15. A fundação de um Instituto Europeu da Memória e da Consciência, que teria duas funções:

A) a de um instituto europeu dedicado à investigação dos estudos do totalitarismo, o desenvolvimento de projetos científicos e educacionais e o apoio à criação de redes de institutos de investigação nacionais especializados no tema da experiência totalitária,

B) e a de um museu memorial de âmbito europeu das vítimas de todos os regimes totalitários, com o objetivo de recordar as vítimas destes regimes e de dar a conhecer os crimes cometidos por eles,

16. A organização de uma conferência internacional sobre os crimes cometidos pelos regimes comunistas totalitários, com a participação de representantes de governos, parlamentares, acadêmicos, experts e associações, cujos resultados devem ser difundidos no mundo inteiro,

17. O ajuste e a revisão de livros de texto de história européia, para que as crianças possam aprender e ser advertidas sobre o comunismo e seus crimes, da mesma forma que se lhes ensinou a compreender os crimes nazistas,

18. A abertura de um amplo e profundo debate em toda a Europa sobre a história européia e a herança comunista,

19. A comemoração conjunta do 20º aniversário no próximo ano da queda do Muro de Berlim, do massacre da Praça Tianamen e da matança na Romênia.

Nós, os participantes da Conferência de Praga Consciência Européia e o Comunismo, nos dirigimos a todos os povos da Europa, a todas as instituições políticas européias, inclusive os Governos e os Parlamentos nacionais, o Parlamento Europeu, a Comissão Européia, o Conselho da Europa e outros órgãos internacionais pertinentes, e os exortamos a abraçar as idéias e as propostas enunciadas nesta Declaração de Praga, e a convertê-las em medidas práticas e políticas.

Leia mais no http://www.notalatina.blogspot.com/

Thursday, October 01, 2009

Tramas que a imprensa esquerzóide latinoamericana omite em favor da curríola forosanpaulina.

"Luego de 90 días de crisis regional, desatada por la destitución constitucional del ex presidente Manuel Zelaya, muchos de los gobiernos comienzan a arrepentirse de su comportamiento inicial frente a lo ocurrido en Honduras. Desde el principio, asumieron una posición parcializada, de apoyo irrestricto a Zelaya, pese a las numerosas violaciones constitucionales en que había incurrido el mandatario depuesto. Se apresuraron a afirmar que había habido un “golpe militar”, aunque las Fuerzas Armadas actuaron por orden del Congreso y de la Corte Suprema. Los gobiernos del ALBA procedieron a intervenir flagrantemente en los asuntos internos de Honduras, amenazando incluso con auspiciar una invasión armada. Como el ALBA fracasó, la OEA -y particularmente Insulza- quiso imponer su voluntad a los hondureños, sin siquiera escuchar a las otras partes en conflicto. Dado que la OEA no logró sus objetivos, entonces se propuso la mediación de Arias, bajo fuertes presiones del Departamento de Estado para restituir a Zelaya. Cuando esta estrategia tampoco funcionó, la ONU tomó la batuta, y prometió graves sanciones al pueblo hondureño. Por último, Lula se quitó la careta de moderado; avalando el regreso clandestino de Zelaya y proporcionándole medios para que auspiciara una guerra civil. La crisis hondureña hizo que los encargados de la seguridad mundial olvidaran sus prioridades: poco importaba que, gracias al ALBA, avanzara el fundamentalismo islámico en la región; que el computador de Raúl Reyes documentase los vínculos de Chávez con las FARC; que se cerrasen los medios en Venezuela; que se violaran los derechos humanos en Bolivia; y que valijas repletas de petrodólares se usaran para modificar el tablero político regional. Lo único importante era el regreso de Zelaya. Los pueblos latinoamericanos observaron atónitos cómo se conformó una gavilla de los poderosos contra un pequeño país centroamericano; mientras que los gobiernos del ALBA pisotean todos los días las constituciones de sus respectivos países. Como consecuencia de tanta injusticia, un sentimiento de indignación generalizada comenzó a cundir en toda América Latina. Centenares de artículos circularon criticando el doble discurso de la OEA. Los estudiantes venezolanos escogieron la sede de la OEA en Caracas para hacer su huelga de hambre. Sectores políticos en Brasil condenaron que su embajada en Tegucigalpa se convirtiera en un cuartel para promover la violencia. Un candidato presidencial boliviano viajó a Washington para que la Comisión Interamericana de Derechos Humanos se ocupara de cumplir con su función, en lugar de caerle encima a Honduras. La Biblioteca del Congreso de los Estados Unidos se alzó contra el Departamento de Estado y declaró que la sucesión de Zelaya fue constitucional. En resumen, ¡Se salió el genio de la botella! Ahora que la hipocresía de los organismos multilaterales ha quedado al descubierto. Ahora que se ha evidenciado el control de Chávez sobre la OEA. Ahora que los pueblos están reaccionando frente a tanta injusticia. Algunos gobiernos están preocupados; su arrogancia y su intransigencia se están resquebrajando, y tratan infructuosamente de meter el genio de nuevo en la botella. Sin importar lo que ocurra en el futuro, ya nada será igual. El valiente testimonio del pueblo hondureño servirá de inspiración para que las víctimas del Foro de Sao Paulo se animen a defender sus derechos y a liberarse de la tiranía. Sin duda, los latinoamericanos tenemos mucho que agradecerle a los hondureños."

Alejandro Peña Esclusa In: Honduras: ¡Se salió el genio de la botella! - Caderno Opinion - ND

Thursday, September 24, 2009

Foro de São Paulo discutiu o conflito hondurenho. Mas que coincidência a volta de Zelaya à Tegucigualpa!

No dia 20 de agosto na cidade do México aconteceu o XV Encontro do Foro de São Paulo (FSP), cujo principal objetivo – segundo informa uma nota de Prensa Latina – será discutir: “O conflito hondurenho e as iniciativas latino-americanas para exigir a restituição do presidente Manuel Zelaya”. Chama a atenção que centenas de partidos e movimentos de esquerda se reúnam com a finalidade de oprimir um pequeno país, cujo único “delito” foi impedir que Zelaya desse um golpe na Constituição. Entretanto, o texto-base do XV Encontro esclarece o motivo: para o FSP o ocorrido em Honduras constitui “um perigoso precedente”. E não lhe falta razão porque – certamente – Honduras assentou um precedente histórico. Em diversos países se está considerando reproduzir o esquema hondurenho, para depor mandatários que – embora tenham alcançado a presidência legitimamente – destruíram a democracia desde dentro, como são os casos de Chávez, Morales, Correa e Ortega. Pode ser que desgoste aos do Foro de São Paulo, porém se trata, sem dúvida, de um mecanismo pacífico, democrático e constitucional. Ao lançar-se irracionalmente contra Honduras, o FSP comete erros que põem em evidência seus integrantes. Por exemplo, a vice-presidenta do Senado mexicano, Yeidckol Polenvsky (PRD), convidou a deputada hondurenha Silvia Ayala, do Partido Unificação Democrática (UD), para participar do XV Encontro, sem se dar conta de que a UD é uma das organizações que aparecem registradas nos computadores de Raúl Reyes, o líder das FARC abatido durante a Operação Fênix. O Ministro da Economia da Venezuela, Alí Rodrigues Araque, confirmou sua presença no XV Encontro, porém não teve o cuidado de tirar seu nome do Conselho Editorial da revista do Foro de São Paulo, América Libre, onde aparece registrado junto com Manuel Marulanda, cognome Tirofijo, o falecido chefe das FARC. Embora o Secretário Executivo do Foro de São Paulo, o brasileiro Valter Pomar (PT), insista em que as FARC não pertencem ao FSP, um acúmulo de informações prova o contrário. Delegados das FARC participaram em quase todas as reuniões do Foro e inclusive fazem parte de sua direção. Hugo Chávez confessoupublicamente haver conhecido Raúl Reyes no VI Encontro, realizado em San Salvador (2006). A revista América Libre dedicou um sem-número de artigos a promover as FARC. No XIV Encontro, realizado em Montevidéu (2008), todos os assistentes ovacionaram Daniel Ortega quando ele honroua memória de Manuel Marulanda. Que descaramento! Quanta hipocrisia! O Foro de São Paulo se reúne para castigar um governo que luta para se libertar das garras do chavismo, porém não emitirá nem uma só frase de condenação contra a guerrilha colombiana, a qual, à parte de ser uma organização terrorista, manipula o cartel da cocaína mais poderoso do hemisfério.
Presidente de Fuerza Solidaria e UnoAmérica - Tradução de Graça Salgueiro
Leia mais no: fuerzasolidaria.org/

Lula-Chávez-Zelaya, el trío de la mala leche

"Abordar los recientes acontecimientos de Honduras, desde un punto de vista racional y equitativo, es imposible. Ya no es la grosera injerencia del dictador venezolano en los asuntos internos de la pequeña nación centroamericana, ahora resulta que el barbudo sindicalista de Lula da Silva, presidente de Brasil, y compadre de Chávez, se le han pegado las malas mañas del imperialismo bolivariano del siglo XXI, y le ha dado por inmiscuirse en la delicada situación hondureña “asilando” al derrocado Zelaya en la embajada de Brasil en Tegucigalpa. Por supuesto, todo esto bajo la supervisión explicita de Obama y el departamento de estado norteamericano. Ni de vaina se hecha Brasil ese muerto sin la anuencia de los” gringos”.
Después de semejante disparate sólo comparado con la diarrea verbal y congénita de Chávez, a Brasil sólo le queda llevarse a Zelaya a bailar samba en Río de Janeiro, ya que el bufón de Zelaya no será restituido en la presidencia de Honduras, jamás de los jamases. Ni que baje Jesucristo y comience a llover de abajo para arriba, permitirán los militares hondureños la restitución del bigotudo llorón. La jugada Lula-Chávez-Zelaya, les salió por la culata y sino se llevan rápido a Zelaya, terminará viviendo en la embajada de Brasil hasta que hayan elecciones nuevas y decida asilarse con todas las de la ley. Es el único caso en la historia de la humanidad, de un asilado en su propia tierra, vaya peculiaridad. La verdad es que la imprudencia de Lula y la terquedad enfermiza de Chávez, no hacen más que demostrarle al mundo democrático lo jodida que se encuentra actualmente Latinoamérica. Estos presidentes y dictadores ociosos cómo que no terminan de entender que el problema de Honduras ya no es civil, es meramente militar. Son los militares los que no permitirán que Zelaya retome el poder. No es Micheletti, ni la Corte Suprema de Honduras, tampoco es el Tribunal Electoral, ni la Fiscalía hondureña; son los militares y punto. A ellos les importa un pito lo que diga la esperpéntica OEA sometida a los designios faraónicos de Chávez, e igualmente les sabe a “mono” lo que diga la desacreditada ONU. Ellos conocen la realidad interna de su país y nos les importará pasarse por el filo de la navaja a Zelaya si sigue con la opereta cantinflesca en la que anda. Si Zelaya continúa utilizando la embajada de Brasil cómo centro de operaciones para desestabilizar a Honduras, no me extrañaría que lo saquen otra vez en pijamas pero directo a un calabozo. Debería Lula, desde mi punto de vista el presidente más sensato del trío en cuestión, reconsiderar muy pronto el gran error cometido, ya que de lo contrario, podrían los militares hondureños verse forzados a dar un golpe de estado verdaderamente sangriento e innecesario en nombre de la paz y de la estabilidad de la república. Estoy seguro que los militares hondureños no van a seguir permitiendo la desestabilización de su país de manera grosera y arbitraria, sobre todo después de que se conoce de manera pública y notoria la cabeza de la conspiración, su finalidad, y las ramificaciones. De nuevo repito que el trío Lula-Chávez-Zelaya, no calculó bien la determinación del pueblo hondureño y la fortaleza de sus Fuerzas Armadas. Cada país es distinto y cada pueblo es diferente. Lula ha cometido el peor error de su mandato en materia internacional. Se dejó llevar por las malas juntas y salió trasquilado. Si de verdad desea Lula conservar algo de dignidad al dejar la presidencia de Brasil en pocos meses, debería llevarse a Zelaya inmediatamente y darle el asilo político correspondiente. De lo contrario habrá deshecho con los pies lo que hizo con las manos, y la historia le pasará factura al igual que a Chávez. En la política ya todo ha sido inventado, nada nuevo bajo el sol. ¡Rectifica Lula, estas a tiempo todavía!
“El ignorante afirma, el sabio duda y reflexiona” Aristóteles

Não se trata apenas de intromissão, porém, de mutuo apoio entre neoreacionários da esquerda latino-americana

Saturday, September 19, 2009

ah...saudades de vc, Michael...

Friday, September 18, 2009

O pré-sal num boteco do Leblon

– Que foi que houve cara, ganhou na mega-sena? Tu tá com uma cara de felicidade como há muito tempo eu não vejo, desde a data histórica em que o Fluminense ganhou um jogo. Tu não sabia que era o último, senão tinha festejado mais, né não?

– Dispenso gozação de flamenguista, estou acima disso. Agora, pensando bem, você não deixa de ter razão, eu devo estar com a cara feliz, não por nenhum acontecimento em especial, mas como se por alguma coisa que eu sentisse no ar.

– Se for um fedorzinho, eu também sinto, mas dizem que em Brasília é pior.

– Você não leva nada a sério, mas eu levo. Você me conhece, desde rapazinho que eu me preocupo com os problemas brasileiros, sempre fui um patriota. Você está certo, é como se eu tivesse ganho a mega-sena mesmo, todos nós ganhamos a mega-sena.

– Fundaram a Mega-sena Família, é isso? Agora quem se cadastrar vai ter direito a fazer um joguinho de graça por semana? Bem bolado, é isso que é a famosa distribuição da riqueza? Vai ter vale-mega-sena?

– Deixa de fazer ironia sem graça, cara, tu não tem o que dizer, a verdade é essa.

– Eu não tenho o que dizer de quê? Tu vem com essa conversa de que todo o povo tirou na megas-sena e quer que eu te leve a sério? Que é que tu andou bebendo antes de chegar aqui?

– Eu disse que tinha feito uma metáfora e você veio logo querer curtir com a minha cara. Mas eu não vou deixar o cinismo e a descrença me vencerem. Então eu retiro a metáfora, mas dá no mesmo. O fato é que nossa situação hoje é excepcional.

– A nossa, aqui do bairro, no momento é. Faz três dias que não se tem notícia de nenhum assalto aqui nas redondezas.

– Assim não dá pra conversar. Eu quero falar sobre uma coisa séria e você fica me interrompendo pra fazer gracinha. Eu não estou me referindo a assalto.

– Mas eu estou. Você vem com essa conversa de que nossa situação é excepcional e aí eu achei que só podia ser por isso. Acabaram os assaltos, não?

– Eu não estou me referindo a problemas de segurança pública.

– Porque não quer, porque quer que eles não existam, todo mundo quer isso, mas eles existem.

– É, assim não dá. Se a gente for falar em problema de segurança pública, não acaba nunca.

– Certo, certo, então vamos falar em educação. Nós estamos num momento excepcional, em matéria de educação? Todo mundo na escola, professores bem pagos e respeitados, todo mundo orientado, todo mundo educado. Eu pensava que estava tudo como antes e até um pouco pior, mas, a julgar pelo seu jeito, a educação vai muito bem.

– Você fica desviando o assunto, antes eu não estava falando em segurança e agora não estou falando em educação.

– Então fale em saúde. Vamos falar em saúde? Eu sei que qualquer um pode receber tratamento igual ao do presidente da República, eu ouvi ele dizendo isso. Mas você queria saber a história da mãe de minha empregada, que teve outro derrame enquanto esperava uma senha do SUS às quatro horas da manhã e morreu depois de esperar até o dia seguinte, numa maca no corredor do hospital?

– Cara, tu tá parecendo deputado da oposição. Se é para desviar o assunto, então não tem papo.

– Eu sei, teve as reformas. Teve a reforma agrária, a reforma política, a reforma eleitoral, a administrativa, a tributária, diz aí as outras, em qualquer setor que você pense, teve reforma.

– Lá vem você de novo, assim não dá mesmo.

– A política outro dia teve uma reformazinha, aumentaram o número de vereadores no Brasil todo. E a tributária, a tributária também é boa, tem bancos que não pagam imposto de renda e o Daniel Dantas recebe restituição do imposto de renda, ele mesmo contou.

– Eu já vi que hoje não adianta conversar com você. Mas eu lhe faço uma pergunta só, basta uma. O que é que você me diz do pré-sal?

– Eu, nada. E o que é que você me diz? Você entende desse negócio de pré-sal?

– Entendo o suficiente para saber que hoje nós temos uma das maiores reservas de petróleo do mundo. Não é para agora, é coisa para começar a dar frutos depois dos próximos dez ou quinze anos. Mas os nossos descendentes desfrutarão dessa riqueza, o futuro está garantido.

– O petróleo é o combustível do futuro? Eu pensava que eram os biocombustíveis e outros renováveis, mas agora mudou tudo, não foi? É, de fato mudou. Você quer que eu lhe diga o que foi que mudou?

– Pode dizer, finalmente você reconhece que alguma coisa mudou.

– Ah, nesse ponto mudou radicalmente: na época do biocombustível, não ia ter eleição, e agora vai. Mas vamos mudar de assunto, eu passei a te entender melhor do que entendia, antes deste nosso papo.

Agora mostra aí aquela tua prova matemática de que o Fluminense não vai pra segundona. Por João Ubaldo Ribeiro


Article printed from Alma Carioca – Literatura: http://www.almacarioca.net

Só Deus...só Deus!


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O amigo Clausewitz deixou seu recado. Reaja Brasil!

O amigo Clausewitz deixou seu recado. Reaja  Brasil!

Desabafo do Clausewtiz enquanto a safardana rola no Congresso Nacional

O turismo da sem vergonhice...

Estudo revela aumento nas faltas de deputados em 2008

"Em ano de "recesso branco" na Câmara - quando muitos deputados federais faltaram às sessões deliberativas para fazer campanha política nos municípios -, o número de ausências no plenário da Câmara aumentou em 2008. Levantamento divulgado hoje pelo site Congresso em Foco, com informações da Secretaria Geral da Mesa, mostra que houve uma média de 16% de ausências dos parlamentares em sessões da Casa, 3 pontos porcentuais superior à média de 13% constatada em 2007. De fevereiro a dezembro de 2008, período de funcionamento da Câmara, foram registradas 7.643 faltas nas sessões destinadas a votação. Desse total, 1.666 não foram justificadas pelos deputados ausentes.../... continua no http://blogdoclausewitz.blogspot.com/

Círculos Bolivarianos - Coordenadora Continental Bolivariana

As ligações de organizações esquerdistas e governos sul-americanos com os terroristas das FARC tornam-se cada vez mais claras com as revelações do conteúdo de computador pessoal de um dos chefes da organização.


O texto abaixo é um breve retrospecto da Coordenadora Continental Bolivariana, complementando a matéria publicada em
26 de outubro de 2007 (Círculos Bolivarianos no Brasil).

Um artigo intitulado “Ameaça à Soberania”, publicado em 14 de outubro de 2007 pelo Correio Braziliense, assinala que o governo venezuelano, através de um grupo de diplomatas, municia uma organização – Círculos Bolivarianos - para transformar o Brasil em uma democracia socialista. Todavia, a infiltração ideológica de Hugo Chávez no Brasil vai muito além do lançamento e distribuição às universidades e escolas do livro “Simon Bolívar – o Libertador”, que é apenas a ponta do iceberg do projeto político de Chávez. O trabalho de campo vem sendo articulado pelo venezuelano Maximilian Arvelaiz, assessor de política internacional de Chávez. Arvelaiz, que no segundo semestre de 2007 percorreu as capitais brasileiras, tem a missão de coordenar os Círculos Bolivarianos, o que culminará com a realização da I Assembléia Bolivariana Nacional.

O Movimento Bolivariano tem um hino, um símbolo e uma bandeira. “Ousar Lutar, Ousar Vencer. Pátria Socialismo ou Morte! Venceremos!” Essas são as palavras de ordem utilizadas. Aurélio Fernandes, militante do PDT, conseguiu unificar todas as organizações similares existentes no Rio, como o Círculo Bolivariano Che Guevara, que reúne universitários e, para isso, teria recebido o apoio do Cônsul da Venezuela, embaixador Mario Guglielmelli Vera.

O Rio é o estado com maior número de unidades bolivarianas: 7. O DF, PE, SC, SP, BA e AM também possuem unidades bolivarianas. A Casa Bolivariana, no Rio, funciona na Praça da República 25-3º andar (prédio da Federação das Associações de Favelas do Rio de Janeiro), local onde, em novembro de 2006 foram realizadas uma série de conferências bem como um ato público em favor da reeleição de Hugo Chávez.

Os chavistas brasileiros se aproximaram da Federação das Favelas e fazem palestras para líderes comunitários locais. Nesses encontros é exibido o documentário “A Revolução não Será Televisionada”, que mostra os bastidores do golpe que tentou tirar Chávez do poder. João Claudio Pitillo, líder do Círculo Bolivariano Che Guevara, estudante de História na Universidade do Estado do Rio de Janeiro faz a ligação do movimento com as favelas, segundo reportagem da revista Época de 11 de dezembro de 2007. Antes disso, em outubro de 2003, foi realizada em São Paulo uma reunião do Grupo de Trabalho, preparatória para o Congresso Bolivariano dos Povos, realizado em Caracas em 20/23 de novembro de 2003. Esse Congresso foi antecedido por uma outra reunião do Grupo de Trabalho, em Caracas, dias 28 a 30 de agosto de 2003, que aprovou a criação de uma Secretaria Provisional do Congresso e a criação de Comitês Nacionais, em um encontro preparatório para a realização do Congresso, em novembro de 2004.

Para implementar as propostas acima foram aprovadas por unanimidade e decidido designar os integrantes da Secretaria Provisional: Círculos Bolivarianos, da Venezuela; Comitês de Defesa da Revolução, de Cuba; FMLN, de El Salvador; Movimiento al Socialismo, da Bolívia, Movimiento Piquetero Bairros de Pie, da Argentina, e MST, do Brasil.

Participaram do Congresso Bolivariano dos Povos: MST, Instituto de Estudos Políticos Mario Alves, do PCBR, representando por Bruno Costa de Albuquerque Maranhão, coordenador do MLST e do Grupo Brasil Socialista (que atua dentro do PT), além de representantes da UNE e MR8. Em dezembro de 2006 foi fundado no Rio o Partido da Revolução Bolivariana do Brasil, com 109 assinaturas de eleitores de 11 Estados. O PRBN diz-se nacionalista e defensor da economia de mercado “com presença forte do Estado”.

Em setembro de 2007, integrantes do IV Seminário Internacional de Luta contra o Neoliberalismo, realizado na sede do jornal Inverta, do Partido Comunista Marxista-Leninista (PCML), decidiram lançar o Capítulo Brasil da Coordenadora Continental Bolivariana, um espaço de coordenação progressista que projeta sua atividade face a consolidação de uma estrutura ampla e democrática. Estiveram presentes ao evento 59 pessoas, a maioria absoluta militantes do PCML. Finalmente, a Coordenadora Continental Bolivariana realizou seu II Congresso entre os dias 23 e 27 de fevereiro de 2008, em Quito com a presença de militantes do PCML representando a Coordenadora Continental Bolivariana – Capítulo Luiz Carlos Prestes.

Segundo a devassa que vem sendo feita nos computadores de “Raúl Reyes” (morto no Equador em março de 2008), um correio de 7 de fevereiro de 2007, de “Ivan Márquez” (Luciano Marin Arango) – membro do Comando das FARC – dava detalhes sobre esse Congresso. Segundo esse correio, a Coordenadora foi criada em 2003 pela guerrilha e é controlada por ela em detalhes. Essa nota de “Ivan Márquez Ríos” revelava o local e o programa do II Congresso que viria a ser realizado em Quito em 23 de fevereiro. Esse fato revela a influência das FARC na organização da Coordenadora Continental Bolivariana. Mensagem de 14 de novembro de 2007, de “Ivan Márquez”, localizada no computador de “Raúl Reyes”, morto em março de 2008 nas selvas do Equador, revela que não apenas os movimentos radicais se aproximaram das FARC. Esse documento indica que o Ministro do Interior da Venezuela, Ramon Rodríguez Chacin, “se interessou sobre possibilidades de que lhes transmitamos nossa experiência em guerra de guerrilhas, a qual eles chamam de guerra assimétrica”. Os e-mails encontrados no computador de “Raúl Reyes” revelam que desde 2002, quando o presidente Uribe assumiu o poder, as FARC vêm lançando mão de militantes, supostamente refugiados, para montar núcleos de apoio ideológico, financeiro e logístico.

Esse esquema propiciou às FARC a montagem de uma rede de cerca de 400 organizações no continente, desde partidos políticos legais até organizações revolucionárias clandestinas. Observe-se que os computadores de “Raúl Reyes” continham cerca de 600 gigabytes de dados, entre os quais 37.872 documentos escritos, 451 folhas de cálculo, 210.888 imagens, 22.481 páginas web, 7.989 endereços eletrônicos, 10.537 arquivos multimídia (de som e vídeos) e 983 fichários cifrados. Algumas mensagens:

“Osvaldo, chefe do Partido Pátria Livre [do Paraguai] informa de 300 mil dólares nossos em seu poder, cobrados em um resgate em trabalho conjunto FARC-PL (...) No Paraguai existem boas condições para trabalhos financeiros conjuntos”. Dois membros da Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional de El Salvador pedem ajuda para sua campanha em 2003. “Podemos pedir que eles façam a inteligência sobre um alvo econômico de 10 ou 20 milhões no Panamá para fazê-lo em conjunto e dividir as utilidades em partes iguais”.

Segundo outros correios eletrônicos, encontrados no computador de um guerrilheiro preso na Colômbia (Gustavo Arbelaiz – “Santiago”),as FARC receberam em 2007, armas procedentes da Nicarágua. Treze mensagens do computador informavam sobre esse envio de armas e munições. Essas mensagens foram expedidas entre 8 de janeiro e 28 de abril de 2008. Em outra mensagem, “Santiago” informa que chegaram 15 mil tiros de AK-47 e 300 de ponto 50. Algumas mensagens falam do “justiçamento” de guerrilheiros por temor que entreguem seus chefes. “Santiago”, um dos mais importantes chefes da guerrilha, foi detido em abril de 2008 em Buenaventura, Pacífico colombiano. “Santiago” responde a 27 processos, entre os quais o seqüestro de 11 deputados posteriormente assassinados pelas FARC, como aconteceu com “Ivan Ríos” (Luciano Marín Arango), morto por seus homens. Artigo do historiador Carlos I.S. Azambuja em 23 de maio de 2008, MidiaSemMascara.org


Bolivarianos reunidos no Rio

A natimorta Unasul

A constituição da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) foi mais um fiasco retumbante da política externa brasileira. Gerado pelo Itamaraty, o organismo sub-regional tem as digitais do chanceler de fato, Marco Aurélio Garcia, o que é suficiente para conduzir qualquer projeto ao fracasso. E, sem dúvida, pode-se dizer que a Casa, nome anterior do bloco que foi rejeitado e ridicularizado por Hugo Chávez, caiu. Vários presidentes sul-americanos consideram, apropriadamente, que a Unasul é apenas mais um foro de discussão. O presidente do Uruguai, Tabaré Vazquez, nem se deu ao trabalho de comparecer à reunião de constituição. O presidente do Peru, Alan Garcia, foi embora assim que assinou o ato constitutivo.O secretário-executivo já escolhido da Unasul, o ex-presidente do Equador, Rodrigo Boria, renunciou ao cargo por não querer se comprometer com uma espécie de “academia de debates”. E o que é mais desmoralizante para o governo brasileiro: o Conselho Sul-Americano de Defesa, tão acalentado pelo ministro Nelson Jobim, e que deveria ter adquirido vida jurídica durante a reunião da cúpula, não foi aceito pela Colômbia e encontrou resistência entre os demais presidentes. Para não ficar muito feio a presidente do Chile, Michele Bachelet, propôs a criação de um grupo de trabalho para estudar o Conselho, tática sintomática quando não se quer resolver um assunto. Naturalmente o discurso de abertura da reunião, lido pelo pai da Unasul, presidente Lula da Silva, soou com aquele inconfundível toque de megalomania tão característico das falas presidenciais. Disse nosso mandatário supremo: “Uma América do Sul Unida mexerá com o tabuleiro do poder no mundo”. Será esse outro mundo sul-americano possível? A retórica do presidente brasileiro pode agradar, enaltecer, massagear egos nacionalistas, mas esconde dura realidade. Primeiro porque a América do Sul não tem poder nem militar nem econômico para mexer com o tabuleiro do mundo. Segundo porque a Unasul não terá capacidade de promover a pretendida união uma vez que os países que formam o bloco têm direções diferentes de acordo com suas necessidades ou mesmo posições irreconciliáveis. São os seguintes os doze países que constituem o bloco: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai, Venezuela.No tocante ao Brasil e seus vizinhos cabe lembrar o que afirmou em sua magistral obra, “Do bom selvagem ao bom revolucionário”, o escritor e jornalista venezuelano, Carlos Rangel:

“Todo hispano-americano sabe bem que quando encontra um brasileiro está diante dele, não ao lado dele, que um e outro têm acerca do mundo pontos de vista diferentes, se não opostos”. “Pode-se dizer que existem pontos comuns, afinidades, um parentesco entre o Brasil e a América Espanhola, mas suas diferenças levam de vencida suas afinidades se tivermos em conta, além disso, a espetacular consolidação do Brasil numa única e gigantesca nação que toca em todos os outros países da América do Sul à exceção do Equador e do Chile, particularidade que contrasta com a fragmentação da América Espanhola em múltiplas parcelas”.

Aí está uma das maiores causas da inexistência de maior afinidade entre o Brasil e os demais vizinhos de origem espanhola: somos grandes demais, fortes demais e, como os Estados Unidos, causamos um misto de inveja e temor. É sintomático que recentemente tenhamos sido chamados de imperialistas na Bolívia e no Paraguai, sendo que no Paraguai nossa bandeira foi queimada. Algo que não foi mostrado nas TVs como seria se fosse a bandeira norte-americana. Ainda assim, ou mesmo por isso, em que pese o enorme prejuízo dado ao Brasil pela Bolívia, as recentes hostilidades paraguaias, as imposições comerciais da Argentina, as queixas do Uruguai com relação ao tratamento que é dado no Mercosul a este país, pelo Brasil, o governo petista tenta impor Lula da Silva como o grande líder sul-americano, o irmão magnânimo capaz de eliminar a “influência nefasta” dos norte-americanos.

Desse modo, o Conselho Sul-Americano de Defesa, na verdade, uma aliança militar sub-regional que muito interessaria a Hugo Chávez, substituiria a Organização dos Estados Americanos (OEA) na solução de conflitos localizados. Bem fez o presidente Uribe, da Colômbia, ao não aceitar o Conselho de Defesa. Como observou o sociólogo Demétrio Magnoli, “como pretender que a Colômbia se incorpore a um Conselho de Defesa incapaz de pronunciar uma condenação incondicional das Farc?”. (O Estado de S. Paulo, 29/05/2008). E bem agora quando o competente presidente Uribe está prestes a derrotar os narcoterroristas, como demonstram as mortes dos principais chefes do bando de celerados. Como diz o ditado, há males que vêm para bem. Que a Unasul seja mesmo uma academia para tomar chá e fazer turismo. Caso contrário servirá não aos interesses do Brasil ou da América do Sul, mas do esperto Hugo Chávez, o verdadeiro senhor da “Casa”. Por Maria Lucia Victor Barbosa - socióloga.

Ongs, uma trapaça para a gatunagem das verbas públicas!

A convocação de supostas entidades sem fins lucrativos para execução de políticas governamentais de viés social e cultural-educativo há muito se mostrou inconveniente ao interesse público. Trata-se de anomalia trazida ao cenário da percepção popular muito antes que a comissão parlamentar de inquérito constituída para apurar ilegalidades em ONGs revelasse alguns escândalos. Foi por causa dos vários exemplos de inexecução de serviços pagos, desvios de finalidade e mau uso de recursos do contribuinte que se fez imperiosa a instalação da CPI. Na esteira de ilícitos já anotados nas atividades de semelhantes “instituições filantrópicas”, desponta agora denúncia da Polícia Federal carregada de alta voltagem política. Nada menos de R$ 1,2 milhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foram transferidos à ONG Meu Guri, dirigida por Elza de Fátima Pereira, mulher do deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho. É o que consta de investigação da PF efetuada no âmbito da Operação Santa Tereza.

Esclareça-se que o parlamentar do PDT foi identificado pelos agentes federais como um dos beneficiários de propinas pagas a intermediários de financiamentos do BNDES a prefeituras e empresas privadas. Nada menos de R$ 364 milhões saíram das linhas de crédito do banco para mãos dos solicitantes, mediante tráfico de influência a cargo de políticos. A PF afirma ter provas seguras contra os intervenientes das negociatas, entre os quais aponta Paulinho, líder da central Força Sindical. Como também não tem dúvida sobre o envolvimento de ONGs em tramóias para lavar o dinheiro, com passagem até por casas de prostituição. As trapaças atribuídas a organizações não-governamentais ganham, quase a cada dia, as páginas policiais dos jornais e o tempo da mídia eletrônica reservado a noticiário da espécie. Na terça-feira passada, coube ao juiz Aiston Henrique de Souza, da 6º Vara Cível de Brasília, emitir sentença reveladora de um dos golpes mais corriqueiros praticados por agências “humanitárias” do gênero. Extinguiu a Associação para Projetos de Combate à Fome, conhecida como Ágora. Por quê? Entre outros, e não menos graves motivos, por haver, segundo o Ministério Público do Distrito Federal, emitido R$ 887 mil em notas frias no âmbito de parceria pactuada com o GDF. Um dado é suficiente para demonstrar os graves danos causados ao erário por convênios celebrados com ONGs. Entre 1999 e 2006, cerca de 250 foram irrigadas com R$ 32 bilhões de suprimentos públicos. Mas as atividades que desenvolveram não alteraram os cenários sociais negativos.

O vício maligno de o Estado transferir a execução de políticas estratégicas a sociedades ditas de fundo altruístico afronta o modelo de governar sob critérios rígidos de comando e controle. Pactos com terceiros para administração de recursos oficiais só atendem o princípio republicano quando criam sociedades produtivas úteis à dinamização da ação pública e sob regras explícitas inscritas no ordenamento jurídico. É hora de suspender em definitivo contratos com entes “sem fins lucrativos”. Correio Braziliense, Caderno Opinião, 12.05.2008 in O Estado e as Ongs.

PELO ONGODUTO DO BNDES TEM ESVAIDO-SE MILHÕES DA UNIÃO

ONG da mulher de Paulinho recebeu R$ 1 mi do BNDES

A ONG Meu Guri Centro de Atendimento Biopsicossocial, presidida por Elza de Fátima Costa Pereira, mulher do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, recebeu do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) R$ 1,199 milhão. A operação foi aprovada em dezembro de 2000 e contratada em 27 de setembro de 2001, mas os repasses ocorreram em 2002 e 2003, período em que integrava o conselho de administração do BNDES o lobista João Pedro de Moura, amigo e ex-assessor de Paulinho. Moura é acusado pela Procuradoria da República de chefiar suposta quadrilha grampeada pela Polícia Federal na Operação Santa Tereza.

De acordo com o BNDES, trata-se de um financiamento proveniente do Fundo Social da instituição, para realizar obras nas instalações da ONG, adquirir móveis, veículos, utensílios e capacitar empregados. Segundo o banco, o negócio é “muito antigo” e no momento não há nenhuma operação ativa com a Meu Guri. O último repasse, de R$ 36,6 mil, ocorreu em 25 de abril de 2003. O valor total já foi completamente desembolsado. O BNDES diz ainda que está fazendo auditoria interna. Mas ontem, porém, não soube informar quantas ONGs receberam dinheiro do Fundo Social no período em que a Meu Guri foi beneficiada. Ver íntegra do artigo no http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL463909-5601,00.html

BNDES - Nem assim, o povo se mexe! Aliás, o Brasil tem Povo?

Escutas revelam que grupo acusado de desviar dinheiro público ia criar entidade para intermediar negócios entre prefeituras e ministérios Edson Luiz – Correio Braziliense - Enviado Especial.

São Paulo — Um depoimento colhido pela Polícia Federal, durante a Operação Santa Tereza, desencadeada em 24 de abril, revelou que os envolvidos nos desvios de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) também pretendiam cadastrar uma organização não-governamental (ONG) para receber dinheiro público. Um deles seria João Pedro de Moura, ex-assessor do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, que tinha como alvo o Ministério do Trabalho.

Segundo fontes da PF, a maior parte dos presos durante a operação se negou a dar detalhes sobre o esquema de desvio de recursos, mas revelou outros fatos que estão sendo cruzados com a investigação. No depoimento do coronel reformado do Corpo de Bombeiros Wilson de Barros Consani Junior, ele disse que parte do grupo iria abrir outros escritórios para atuar na intermediação de empréstimos entre o BNDES e prefeituras, principalmente no interior de São Paulo. Em escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal, os envolvidos falam sobre uma “pequena mina”.

Consani confirmou que se tratava dos escritórios, que atuariam em ministérios resolvendo problemas relacionados a projetos de prefeituras que estariam parados. Além disso, segundo o depoimento do militar aposentado, Moura pretendia captar dinheiro do Ministério do Trabalho. Sua meta era criar uma ONG, que atuaria na requalificação de mão-de-obra, com recursos públicos. Hoje, pelo menos quatro instituições ligadas à Força Sindical, atuam neste setor. Algumas delas foram denunciadas pela imprensa no ano passado, o que chamou a atenção da Polícia Federal, durante as investigações da Operação Santa Tereza. Leiam cobertura completa no Correio Braziliense, Caderno Política de 12.05.2008, In Ongs seriam o "mapa da mina" da quadrilha.

VERBAS DO BNDES PARA ESQUEMA DE PROSTITUIÇÃO DE "LUXO"- NO PAÍS DO SINDICALISMO NO PODER!





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Prostíbulo "de luxo" nos Jardins investigado pela PF esperava faturar R$ 760 mil por ano

Na Folha Reportagem, Rubens Valente (01.05.2008 – 09h05) informa que a a casa de prostituição W.E calculava ter faturado R$ 760 mil em 2007. A casa é suspeita de ter sido usada para lavar dinheiro pelos envolvidos no suposto esquema de desvio de recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O lugar, localizado na rua Peixoto Gomide (região central de São Paulo), está a apenas 500 metros do prédio da Procuradoria da República e a três quadras da avenida Paulista. De acordo com a reportagem, colado à casa está um flat --54 quartos em 13 andares-- que seria usado para encontros sexuais. De acordo com relatório da PF, a entrada da boate custava R$ 150. Uma lata de cerveja, R$ 25. O valor médio do programa era de R$ 600. Leia cobertura completa no http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397540.shtml, do dia 01.05.2008 – 09h05

Ouçam também:

http://oglobo.globo.com/pais/audio/2008/6167/default.asp

DOSSIÊGATE - uma artimanha para desviar o foco das investigações dos cartões corporativos!




Flamenco Dance alegrias"Gades"performed by group "Andalucia

http://www.youtube.com/watch?v=xxfwm9N1L_4