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HONDURAS. Foi golpe sim, para conter os ataques chavistas em conluio com Zelaya.

MrAlbertofrancesch


Saturday, October 16, 2010

ELEIÇÕES 2010 - Entre Abortos e os absurdos da campanha petralha, está o insulto à moral, sobretudo ao intelecto se é que o povão entende! Nestas eleições, brasileiras e brasileiras, se não é possível salvar milhões de inocentes, salvemo-nos ao menos das Dilmas, Erenices, Eunices e agora, Mônicas (a Bergamo).

 Para futricas como a "mônica mata criancinha", faço minhas as reflexões de Arlindo Montegro em "A Espiral da Mentira e Deseducação", reinforçando que falácias como as de Mônica Bergamo é desserviço à classe jornalística, um insulto à sociedade, um desrespeito à mulher, à vida, sobretudo uma vergonha para a Escola que a formou. Que me perdoem a generalização, respeito as de boa indole, carater, profissionalismo, tal e tal, mas, pra tamanho "barraco"  num  finalle de pagode,  não podia faltar as Mônicas!

Que pobreza de campanha! Lavadeiras, ladravagem, lavanderias e leviandades no fim do mandato lulesco pra fechar esta farra que foi o governo populista sindicalista! Que fiasco, que falta de vergonha desta mundiça;  de certas  mulheres como as em evidência e outras anônimas atuando  nos bastidores (qual as de cá, nas periferias do serviço público) querendo engrupir, tapear,  manobras  as mulheres eleitoras deste País pra ganhar no tapetão! Nosso repúdio às estratégias baixas de campanha como a destas senhoras, empobrecendo  e apequenando o potencial das mulheres enquanto cidadãs conscientes e pessoas decentes!Que  coco estas e outras tais! Samantha Rabelo



Espiral da Mentira e Deseducação

Quando a primeira potoca é exposta, o mentiroso inventa outra para encobrir a primeira e assim sucessivamente. Vai-se enchendo e aumentando uma bolha sem limites. Quando a mentira é direcionada para enganar uma nação, provoca uma serie de erros prejudiciais à integridade e respeito dos nacionais consigo mesmos. Aparece um indefinido sentimento de "vergonha” ou frustração.

Quando a mentira, é “vendida” como informação "científica", "estatística", "econômica", "histórica", etc., envolve a nação de fora para dentro, justificando ações que parecem benéficas, mas na verdade são experiências laboratoriais para a instauração do controle total. A mentira global tem alimentado todos os canais de informação dos países da AL.


Pouco a pouco, nos últimos vinte anos, subvertendo a informação que a nação carece, para focar os projetos individuais no bojo do (cada vez mais desconhecido) projeto nacional, temos sido distanciados da condição de república para o status de membro de um clube subordinado aos controladores internacionais, que manobram a engenharia do controle totalitário global.


Os poderosos artífices desta engenharia do cemitério das nações, através de seus clubes (Bilderberg, Clube de Roma, Clube de Madri...), ONU e suas agências, institutos e fundações (Tavistock, Ford, Rockfeller), controlam as agendas e distribuem os papéis reservados para cada nação, no drama das transformações que pretendem, para consolidar sua hegemonia na nova era da re-colonização.


No que tange às moribundas democracias latino-americanas, foi distribuído o papel de personagens da manutenção de idéias marxistas dependentes da economia capitalista, nações submetidas a estados gigantes, populistas, paternais, estritamente controlados. Países onde a educação que forma pensadores e mentes livres, tem sido descartada sistematicamente, dando lugar ao ensino de estereótipos culturais.


A primeira etapa desta engenharia funesta já se faz sentir na redução da capacidade dos neo formandos. Os novos “doutores”, “mestres”, “professores”, são limitados sob medida, para conhecer somente a parte singular, sem acesso à discussão plural e inter-relações acadêmicas. Formam-se profissionais com antolhos, semi-profissionais, que vão ser obedientes ao superior, sem perceber as consequências de sua ação no plano geral.


É assim que. numa campanha eleitoral, desaparecem da cena as relações internacionais, que vão pautar decisões de maior peso sobre a vida nacional. Quem não lê jornais, quem não fica acordado até a meia noite, porque tem que pegar no batente na madrugada seguinte, nem ao menos tem capacidade de formar opinião sobre as potocas semeadas, contradições semeadas no discurso do mentiroso. Menos ainda de ajuizar sobre as consequências dos atos e história de cada presidenciável. Memoria curta ou desinformação programada?


Em todos os países latino-americanos, um colegiado de pessoas, formadas e fanatizadas na utopia marxista, pontifica na coordenação de ações governamentais. Escolhidas para levar ao campo as agendas da globalização. Comprometidas e financiadas para manter o terrorismo e o medo, as dúvidas sobre a capacidade nacional para fazer novas escolhas, assertivas, no violento campo de batalha em que o prioritário é defender-se do crime organizado e institucionalizado.


Reeleição continuada de governantes de esquerda, aborto, partido único, direitos exclusivos jogando uns nacionais contra outros, controle sobre a opinião de dissidentes e contrários (até com mortes e prisões), corrupção de juizes, congressistas e seus partidos, reinterpretação maliciosa sobre direitos humanos e ambientalismo, associação com tiranias e ditaduras, abortismo, perseguição religiosa, são agendas comuns em todos os países, onde governantes e instituições são monitoradas pelo Foro de São Paulo.


Assim não aparece nos debates, nem nos programas radiofônicos, nem nos jornais e revistas, temas esclarecedores sobre o peso de cada voto, decisivo para o futuro de cada um dos habitantes destas Américas, marcadas para subsistir como quintal colonizado, com partes premiadas para figurar como “em desenvolvimento”, de acordo com as reservas materiais e a força de trabalho disponível, sob severo controle.


Os países e povos da América Latina, nem sabem o que acontece aqui e acolá. A notícia distorcida sobre o que se faz na Venezuela, Brasil, Colombia ou Chile, chega aos retalhos. Quando o governante daqui diz ser contra o “terrorismo de estado”, diz que defende as farc e desrespeita a vontade do povo colombiano. Mas isto passa batido. No audio a seguir, temos o exemplo disto, quando Graça Salgueiro é entrevistada por Fernando Londoño, ex ministro e ex embaixador da Colômbia:


http://www.4shared.com/audio/6_aPoyP9/GRACIA_SALGUIERO_12_DE_OCT.html

Por Arlindo Montenegro

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Só Deus...só Deus!


UNE PETRÁLHA! Um descaro vergonhoso em nome do estudante brasileiro!

Petrobras patrocina manifestação contra a CPI

Por 100 mil reais, bancados pela Petrobras, o que sobrou da União Nacional dos Estudantes (UNE), começa a organizar hoje, em Brasília, uma série de eventos a favor da empresa e contra a CPI instalada no Senado.

Criada em 1937, a UNE foi parte da história brasileira quando se tratava de resistência às ditaduras, de enfrentamento a qualquer resquício autoritário e contra a liberdade. Cooptada, foi-se um antigo símbolo de independência, organização e luta.

O pretexto oficial para a reunião em Brasília é o 51º Congresso, conforme mostra hoje o jornal Folha de São Paulo. A Folha mostra também, como são cooperativas as relações do atual governo com a entidade, que só este ano já amealhou 2,5 milhões de reais em patrocínio chapa-branca, um crescimento de 54% em relação a 2008. A reciprocidade assegura a participação de Lula nos palanques da UNE.

Para assinantes - Folha on line

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O amigo Clausewitz deixou seu recado. Reaja Brasil!

O amigo Clausewitz deixou seu recado. Reaja  Brasil!

Desabafo do Clausewtiz enquanto a safardana rola no Congresso Nacional

O turismo da sem vergonhice...

Estudo revela aumento nas faltas de deputados em 2008

"Em ano de "recesso branco" na Câmara - quando muitos deputados federais faltaram às sessões deliberativas para fazer campanha política nos municípios -, o número de ausências no plenário da Câmara aumentou em 2008. Levantamento divulgado hoje pelo site Congresso em Foco, com informações da Secretaria Geral da Mesa, mostra que houve uma média de 16% de ausências dos parlamentares em sessões da Casa, 3 pontos porcentuais superior à média de 13% constatada em 2007. De fevereiro a dezembro de 2008, período de funcionamento da Câmara, foram registradas 7.643 faltas nas sessões destinadas a votação. Desse total, 1.666 não foram justificadas pelos deputados ausentes.../... continua no http://blogdoclausewitz.blogspot.com/

Círculos Bolivarianos - Coordenadora Continental Bolivariana

As ligações de organizações esquerdistas e governos sul-americanos com os terroristas das FARC tornam-se cada vez mais claras com as revelações do conteúdo de computador pessoal de um dos chefes da organização.


O texto abaixo é um breve retrospecto da Coordenadora Continental Bolivariana, complementando a matéria publicada em
26 de outubro de 2007 (Círculos Bolivarianos no Brasil).

Um artigo intitulado “Ameaça à Soberania”, publicado em 14 de outubro de 2007 pelo Correio Braziliense, assinala que o governo venezuelano, através de um grupo de diplomatas, municia uma organização – Círculos Bolivarianos - para transformar o Brasil em uma democracia socialista. Todavia, a infiltração ideológica de Hugo Chávez no Brasil vai muito além do lançamento e distribuição às universidades e escolas do livro “Simon Bolívar – o Libertador”, que é apenas a ponta do iceberg do projeto político de Chávez. O trabalho de campo vem sendo articulado pelo venezuelano Maximilian Arvelaiz, assessor de política internacional de Chávez. Arvelaiz, que no segundo semestre de 2007 percorreu as capitais brasileiras, tem a missão de coordenar os Círculos Bolivarianos, o que culminará com a realização da I Assembléia Bolivariana Nacional.

O Movimento Bolivariano tem um hino, um símbolo e uma bandeira. “Ousar Lutar, Ousar Vencer. Pátria Socialismo ou Morte! Venceremos!” Essas são as palavras de ordem utilizadas. Aurélio Fernandes, militante do PDT, conseguiu unificar todas as organizações similares existentes no Rio, como o Círculo Bolivariano Che Guevara, que reúne universitários e, para isso, teria recebido o apoio do Cônsul da Venezuela, embaixador Mario Guglielmelli Vera.

O Rio é o estado com maior número de unidades bolivarianas: 7. O DF, PE, SC, SP, BA e AM também possuem unidades bolivarianas. A Casa Bolivariana, no Rio, funciona na Praça da República 25-3º andar (prédio da Federação das Associações de Favelas do Rio de Janeiro), local onde, em novembro de 2006 foram realizadas uma série de conferências bem como um ato público em favor da reeleição de Hugo Chávez.

Os chavistas brasileiros se aproximaram da Federação das Favelas e fazem palestras para líderes comunitários locais. Nesses encontros é exibido o documentário “A Revolução não Será Televisionada”, que mostra os bastidores do golpe que tentou tirar Chávez do poder. João Claudio Pitillo, líder do Círculo Bolivariano Che Guevara, estudante de História na Universidade do Estado do Rio de Janeiro faz a ligação do movimento com as favelas, segundo reportagem da revista Época de 11 de dezembro de 2007. Antes disso, em outubro de 2003, foi realizada em São Paulo uma reunião do Grupo de Trabalho, preparatória para o Congresso Bolivariano dos Povos, realizado em Caracas em 20/23 de novembro de 2003. Esse Congresso foi antecedido por uma outra reunião do Grupo de Trabalho, em Caracas, dias 28 a 30 de agosto de 2003, que aprovou a criação de uma Secretaria Provisional do Congresso e a criação de Comitês Nacionais, em um encontro preparatório para a realização do Congresso, em novembro de 2004.

Para implementar as propostas acima foram aprovadas por unanimidade e decidido designar os integrantes da Secretaria Provisional: Círculos Bolivarianos, da Venezuela; Comitês de Defesa da Revolução, de Cuba; FMLN, de El Salvador; Movimiento al Socialismo, da Bolívia, Movimiento Piquetero Bairros de Pie, da Argentina, e MST, do Brasil.

Participaram do Congresso Bolivariano dos Povos: MST, Instituto de Estudos Políticos Mario Alves, do PCBR, representando por Bruno Costa de Albuquerque Maranhão, coordenador do MLST e do Grupo Brasil Socialista (que atua dentro do PT), além de representantes da UNE e MR8. Em dezembro de 2006 foi fundado no Rio o Partido da Revolução Bolivariana do Brasil, com 109 assinaturas de eleitores de 11 Estados. O PRBN diz-se nacionalista e defensor da economia de mercado “com presença forte do Estado”.

Em setembro de 2007, integrantes do IV Seminário Internacional de Luta contra o Neoliberalismo, realizado na sede do jornal Inverta, do Partido Comunista Marxista-Leninista (PCML), decidiram lançar o Capítulo Brasil da Coordenadora Continental Bolivariana, um espaço de coordenação progressista que projeta sua atividade face a consolidação de uma estrutura ampla e democrática. Estiveram presentes ao evento 59 pessoas, a maioria absoluta militantes do PCML. Finalmente, a Coordenadora Continental Bolivariana realizou seu II Congresso entre os dias 23 e 27 de fevereiro de 2008, em Quito com a presença de militantes do PCML representando a Coordenadora Continental Bolivariana – Capítulo Luiz Carlos Prestes.

Segundo a devassa que vem sendo feita nos computadores de “Raúl Reyes” (morto no Equador em março de 2008), um correio de 7 de fevereiro de 2007, de “Ivan Márquez” (Luciano Marin Arango) – membro do Comando das FARC – dava detalhes sobre esse Congresso. Segundo esse correio, a Coordenadora foi criada em 2003 pela guerrilha e é controlada por ela em detalhes. Essa nota de “Ivan Márquez Ríos” revelava o local e o programa do II Congresso que viria a ser realizado em Quito em 23 de fevereiro. Esse fato revela a influência das FARC na organização da Coordenadora Continental Bolivariana. Mensagem de 14 de novembro de 2007, de “Ivan Márquez”, localizada no computador de “Raúl Reyes”, morto em março de 2008 nas selvas do Equador, revela que não apenas os movimentos radicais se aproximaram das FARC. Esse documento indica que o Ministro do Interior da Venezuela, Ramon Rodríguez Chacin, “se interessou sobre possibilidades de que lhes transmitamos nossa experiência em guerra de guerrilhas, a qual eles chamam de guerra assimétrica”. Os e-mails encontrados no computador de “Raúl Reyes” revelam que desde 2002, quando o presidente Uribe assumiu o poder, as FARC vêm lançando mão de militantes, supostamente refugiados, para montar núcleos de apoio ideológico, financeiro e logístico.

Esse esquema propiciou às FARC a montagem de uma rede de cerca de 400 organizações no continente, desde partidos políticos legais até organizações revolucionárias clandestinas. Observe-se que os computadores de “Raúl Reyes” continham cerca de 600 gigabytes de dados, entre os quais 37.872 documentos escritos, 451 folhas de cálculo, 210.888 imagens, 22.481 páginas web, 7.989 endereços eletrônicos, 10.537 arquivos multimídia (de som e vídeos) e 983 fichários cifrados. Algumas mensagens:

“Osvaldo, chefe do Partido Pátria Livre [do Paraguai] informa de 300 mil dólares nossos em seu poder, cobrados em um resgate em trabalho conjunto FARC-PL (...) No Paraguai existem boas condições para trabalhos financeiros conjuntos”. Dois membros da Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional de El Salvador pedem ajuda para sua campanha em 2003. “Podemos pedir que eles façam a inteligência sobre um alvo econômico de 10 ou 20 milhões no Panamá para fazê-lo em conjunto e dividir as utilidades em partes iguais”.

Segundo outros correios eletrônicos, encontrados no computador de um guerrilheiro preso na Colômbia (Gustavo Arbelaiz – “Santiago”),as FARC receberam em 2007, armas procedentes da Nicarágua. Treze mensagens do computador informavam sobre esse envio de armas e munições. Essas mensagens foram expedidas entre 8 de janeiro e 28 de abril de 2008. Em outra mensagem, “Santiago” informa que chegaram 15 mil tiros de AK-47 e 300 de ponto 50. Algumas mensagens falam do “justiçamento” de guerrilheiros por temor que entreguem seus chefes. “Santiago”, um dos mais importantes chefes da guerrilha, foi detido em abril de 2008 em Buenaventura, Pacífico colombiano. “Santiago” responde a 27 processos, entre os quais o seqüestro de 11 deputados posteriormente assassinados pelas FARC, como aconteceu com “Ivan Ríos” (Luciano Marín Arango), morto por seus homens. Artigo do historiador Carlos I.S. Azambuja em 23 de maio de 2008, MidiaSemMascara.org


Bolivarianos reunidos no Rio

A natimorta Unasul

A constituição da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) foi mais um fiasco retumbante da política externa brasileira. Gerado pelo Itamaraty, o organismo sub-regional tem as digitais do chanceler de fato, Marco Aurélio Garcia, o que é suficiente para conduzir qualquer projeto ao fracasso. E, sem dúvida, pode-se dizer que a Casa, nome anterior do bloco que foi rejeitado e ridicularizado por Hugo Chávez, caiu. Vários presidentes sul-americanos consideram, apropriadamente, que a Unasul é apenas mais um foro de discussão. O presidente do Uruguai, Tabaré Vazquez, nem se deu ao trabalho de comparecer à reunião de constituição. O presidente do Peru, Alan Garcia, foi embora assim que assinou o ato constitutivo.O secretário-executivo já escolhido da Unasul, o ex-presidente do Equador, Rodrigo Boria, renunciou ao cargo por não querer se comprometer com uma espécie de “academia de debates”. E o que é mais desmoralizante para o governo brasileiro: o Conselho Sul-Americano de Defesa, tão acalentado pelo ministro Nelson Jobim, e que deveria ter adquirido vida jurídica durante a reunião da cúpula, não foi aceito pela Colômbia e encontrou resistência entre os demais presidentes. Para não ficar muito feio a presidente do Chile, Michele Bachelet, propôs a criação de um grupo de trabalho para estudar o Conselho, tática sintomática quando não se quer resolver um assunto. Naturalmente o discurso de abertura da reunião, lido pelo pai da Unasul, presidente Lula da Silva, soou com aquele inconfundível toque de megalomania tão característico das falas presidenciais. Disse nosso mandatário supremo: “Uma América do Sul Unida mexerá com o tabuleiro do poder no mundo”. Será esse outro mundo sul-americano possível? A retórica do presidente brasileiro pode agradar, enaltecer, massagear egos nacionalistas, mas esconde dura realidade. Primeiro porque a América do Sul não tem poder nem militar nem econômico para mexer com o tabuleiro do mundo. Segundo porque a Unasul não terá capacidade de promover a pretendida união uma vez que os países que formam o bloco têm direções diferentes de acordo com suas necessidades ou mesmo posições irreconciliáveis. São os seguintes os doze países que constituem o bloco: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai, Venezuela.No tocante ao Brasil e seus vizinhos cabe lembrar o que afirmou em sua magistral obra, “Do bom selvagem ao bom revolucionário”, o escritor e jornalista venezuelano, Carlos Rangel:

“Todo hispano-americano sabe bem que quando encontra um brasileiro está diante dele, não ao lado dele, que um e outro têm acerca do mundo pontos de vista diferentes, se não opostos”. “Pode-se dizer que existem pontos comuns, afinidades, um parentesco entre o Brasil e a América Espanhola, mas suas diferenças levam de vencida suas afinidades se tivermos em conta, além disso, a espetacular consolidação do Brasil numa única e gigantesca nação que toca em todos os outros países da América do Sul à exceção do Equador e do Chile, particularidade que contrasta com a fragmentação da América Espanhola em múltiplas parcelas”.

Aí está uma das maiores causas da inexistência de maior afinidade entre o Brasil e os demais vizinhos de origem espanhola: somos grandes demais, fortes demais e, como os Estados Unidos, causamos um misto de inveja e temor. É sintomático que recentemente tenhamos sido chamados de imperialistas na Bolívia e no Paraguai, sendo que no Paraguai nossa bandeira foi queimada. Algo que não foi mostrado nas TVs como seria se fosse a bandeira norte-americana. Ainda assim, ou mesmo por isso, em que pese o enorme prejuízo dado ao Brasil pela Bolívia, as recentes hostilidades paraguaias, as imposições comerciais da Argentina, as queixas do Uruguai com relação ao tratamento que é dado no Mercosul a este país, pelo Brasil, o governo petista tenta impor Lula da Silva como o grande líder sul-americano, o irmão magnânimo capaz de eliminar a “influência nefasta” dos norte-americanos.

Desse modo, o Conselho Sul-Americano de Defesa, na verdade, uma aliança militar sub-regional que muito interessaria a Hugo Chávez, substituiria a Organização dos Estados Americanos (OEA) na solução de conflitos localizados. Bem fez o presidente Uribe, da Colômbia, ao não aceitar o Conselho de Defesa. Como observou o sociólogo Demétrio Magnoli, “como pretender que a Colômbia se incorpore a um Conselho de Defesa incapaz de pronunciar uma condenação incondicional das Farc?”. (O Estado de S. Paulo, 29/05/2008). E bem agora quando o competente presidente Uribe está prestes a derrotar os narcoterroristas, como demonstram as mortes dos principais chefes do bando de celerados. Como diz o ditado, há males que vêm para bem. Que a Unasul seja mesmo uma academia para tomar chá e fazer turismo. Caso contrário servirá não aos interesses do Brasil ou da América do Sul, mas do esperto Hugo Chávez, o verdadeiro senhor da “Casa”. Por Maria Lucia Victor Barbosa - socióloga.

Ongs, uma trapaça para a gatunagem das verbas públicas!

A convocação de supostas entidades sem fins lucrativos para execução de políticas governamentais de viés social e cultural-educativo há muito se mostrou inconveniente ao interesse público. Trata-se de anomalia trazida ao cenário da percepção popular muito antes que a comissão parlamentar de inquérito constituída para apurar ilegalidades em ONGs revelasse alguns escândalos. Foi por causa dos vários exemplos de inexecução de serviços pagos, desvios de finalidade e mau uso de recursos do contribuinte que se fez imperiosa a instalação da CPI. Na esteira de ilícitos já anotados nas atividades de semelhantes “instituições filantrópicas”, desponta agora denúncia da Polícia Federal carregada de alta voltagem política. Nada menos de R$ 1,2 milhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foram transferidos à ONG Meu Guri, dirigida por Elza de Fátima Pereira, mulher do deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho. É o que consta de investigação da PF efetuada no âmbito da Operação Santa Tereza.

Esclareça-se que o parlamentar do PDT foi identificado pelos agentes federais como um dos beneficiários de propinas pagas a intermediários de financiamentos do BNDES a prefeituras e empresas privadas. Nada menos de R$ 364 milhões saíram das linhas de crédito do banco para mãos dos solicitantes, mediante tráfico de influência a cargo de políticos. A PF afirma ter provas seguras contra os intervenientes das negociatas, entre os quais aponta Paulinho, líder da central Força Sindical. Como também não tem dúvida sobre o envolvimento de ONGs em tramóias para lavar o dinheiro, com passagem até por casas de prostituição. As trapaças atribuídas a organizações não-governamentais ganham, quase a cada dia, as páginas policiais dos jornais e o tempo da mídia eletrônica reservado a noticiário da espécie. Na terça-feira passada, coube ao juiz Aiston Henrique de Souza, da 6º Vara Cível de Brasília, emitir sentença reveladora de um dos golpes mais corriqueiros praticados por agências “humanitárias” do gênero. Extinguiu a Associação para Projetos de Combate à Fome, conhecida como Ágora. Por quê? Entre outros, e não menos graves motivos, por haver, segundo o Ministério Público do Distrito Federal, emitido R$ 887 mil em notas frias no âmbito de parceria pactuada com o GDF. Um dado é suficiente para demonstrar os graves danos causados ao erário por convênios celebrados com ONGs. Entre 1999 e 2006, cerca de 250 foram irrigadas com R$ 32 bilhões de suprimentos públicos. Mas as atividades que desenvolveram não alteraram os cenários sociais negativos.

O vício maligno de o Estado transferir a execução de políticas estratégicas a sociedades ditas de fundo altruístico afronta o modelo de governar sob critérios rígidos de comando e controle. Pactos com terceiros para administração de recursos oficiais só atendem o princípio republicano quando criam sociedades produtivas úteis à dinamização da ação pública e sob regras explícitas inscritas no ordenamento jurídico. É hora de suspender em definitivo contratos com entes “sem fins lucrativos”. Correio Braziliense, Caderno Opinião, 12.05.2008 in O Estado e as Ongs.

PELO ONGODUTO DO BNDES TEM ESVAIDO-SE MILHÕES DA UNIÃO

ONG da mulher de Paulinho recebeu R$ 1 mi do BNDES

A ONG Meu Guri Centro de Atendimento Biopsicossocial, presidida por Elza de Fátima Costa Pereira, mulher do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, recebeu do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) R$ 1,199 milhão. A operação foi aprovada em dezembro de 2000 e contratada em 27 de setembro de 2001, mas os repasses ocorreram em 2002 e 2003, período em que integrava o conselho de administração do BNDES o lobista João Pedro de Moura, amigo e ex-assessor de Paulinho. Moura é acusado pela Procuradoria da República de chefiar suposta quadrilha grampeada pela Polícia Federal na Operação Santa Tereza.

De acordo com o BNDES, trata-se de um financiamento proveniente do Fundo Social da instituição, para realizar obras nas instalações da ONG, adquirir móveis, veículos, utensílios e capacitar empregados. Segundo o banco, o negócio é “muito antigo” e no momento não há nenhuma operação ativa com a Meu Guri. O último repasse, de R$ 36,6 mil, ocorreu em 25 de abril de 2003. O valor total já foi completamente desembolsado. O BNDES diz ainda que está fazendo auditoria interna. Mas ontem, porém, não soube informar quantas ONGs receberam dinheiro do Fundo Social no período em que a Meu Guri foi beneficiada. Ver íntegra do artigo no http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL463909-5601,00.html

BNDES - Nem assim, o povo se mexe! Aliás, o Brasil tem Povo?

Escutas revelam que grupo acusado de desviar dinheiro público ia criar entidade para intermediar negócios entre prefeituras e ministérios Edson Luiz – Correio Braziliense - Enviado Especial.

São Paulo — Um depoimento colhido pela Polícia Federal, durante a Operação Santa Tereza, desencadeada em 24 de abril, revelou que os envolvidos nos desvios de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) também pretendiam cadastrar uma organização não-governamental (ONG) para receber dinheiro público. Um deles seria João Pedro de Moura, ex-assessor do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, que tinha como alvo o Ministério do Trabalho.

Segundo fontes da PF, a maior parte dos presos durante a operação se negou a dar detalhes sobre o esquema de desvio de recursos, mas revelou outros fatos que estão sendo cruzados com a investigação. No depoimento do coronel reformado do Corpo de Bombeiros Wilson de Barros Consani Junior, ele disse que parte do grupo iria abrir outros escritórios para atuar na intermediação de empréstimos entre o BNDES e prefeituras, principalmente no interior de São Paulo. Em escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal, os envolvidos falam sobre uma “pequena mina”.

Consani confirmou que se tratava dos escritórios, que atuariam em ministérios resolvendo problemas relacionados a projetos de prefeituras que estariam parados. Além disso, segundo o depoimento do militar aposentado, Moura pretendia captar dinheiro do Ministério do Trabalho. Sua meta era criar uma ONG, que atuaria na requalificação de mão-de-obra, com recursos públicos. Hoje, pelo menos quatro instituições ligadas à Força Sindical, atuam neste setor. Algumas delas foram denunciadas pela imprensa no ano passado, o que chamou a atenção da Polícia Federal, durante as investigações da Operação Santa Tereza. Leiam cobertura completa no Correio Braziliense, Caderno Política de 12.05.2008, In Ongs seriam o "mapa da mina" da quadrilha.

VERBAS DO BNDES PARA ESQUEMA DE PROSTITUIÇÃO DE "LUXO"- NO PAÍS DO SINDICALISMO NO PODER!





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Prostíbulo "de luxo" nos Jardins investigado pela PF esperava faturar R$ 760 mil por ano

Na Folha Reportagem, Rubens Valente (01.05.2008 – 09h05) informa que a a casa de prostituição W.E calculava ter faturado R$ 760 mil em 2007. A casa é suspeita de ter sido usada para lavar dinheiro pelos envolvidos no suposto esquema de desvio de recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O lugar, localizado na rua Peixoto Gomide (região central de São Paulo), está a apenas 500 metros do prédio da Procuradoria da República e a três quadras da avenida Paulista. De acordo com a reportagem, colado à casa está um flat --54 quartos em 13 andares-- que seria usado para encontros sexuais. De acordo com relatório da PF, a entrada da boate custava R$ 150. Uma lata de cerveja, R$ 25. O valor médio do programa era de R$ 600. Leia cobertura completa no http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u397540.shtml, do dia 01.05.2008 – 09h05

Ouçam também:

http://oglobo.globo.com/pais/audio/2008/6167/default.asp

DOSSIÊGATE - uma artimanha para desviar o foco das investigações dos cartões corporativos!




Flamenco Dance alegrias"Gades"performed by group "Andalucia

http://www.youtube.com/watch?v=xxfwm9N1L_4